Dia desses, estava eu em meio uma discussão com o Fernando, um colega que a princípio era só de trabalho, mas agora já virou meu amigo pessoal.
Minduim, como é conhecido, é uma pessoa muito intrigante! Ele é extremamente inteligente, porém gótico – Eca! – Talvez essa pode ser a razão dele ser tão prepotente, pois todos sabem que essa é uma tendência gótica, eles acham que são os mais cultos da face da Terra. De fato, inteligente ele é, mas deve ser uma mera coincidência.
Voltando ao assunto, em uma de nossas freqüentes discussões, falávamos sobre a arquitetura gótica. Bem, quem leu meu perfil sabe que eu faço faculdade de Artes, e neste período em Historia da Arte, está sendo trabalhado a Arquitetura das catedrais Góticas. Pois bem, como o Fernando discordou de tudo aquilo que eu lhe expliquei, resolvi fazer uma pesquisa mais vasta, para que eu possa esfregar na cara dele, de que desta vez EU estava certa.
Em primeiro lugar, gostaria de pedir para que não confundam, por favor, a arte gótica com esse movimento “underground” que se auto-entitula gótico.
Uma coisa, absolutamente, não tem relação com a outra.
Uma foi à elevação da arquitetura em seu mais alto valor, a outra é o rebaixamento do ser humano em um narcisismo satânico. – Uau Como soa pesado isso! Rs*
Bem, falemos sobre a arte gótica.
Toda arte é a expressão de uma filosofia. Pois, o homem fala aquilo que tem em abundância no coração.
Todo nosso modo de agir é um reflexo de nosso modo de pensar.
Por isso, Otto Von Simpson em seu excelente livro “A Catedral Gótica” dizia que “o nosso mundo moderno veio à luz como uma revolta contra a ordem intelectual da Idade Média”.
Nada mais evidente. Nosso mundo moderno não segue mais a teologia de Santo Tomás de Aquino, não tem mais Deus por fim e seus mandamentos como meio de alcançá-lo.
Com a queda do feudalismo, a Arte antecipa-se aos acontecimentos e cria novo estilo, que irá conviver durante certo tempo com o românico, mas atendendo às novas necessidades, que correspondem à euforia e ao misticismo do povo. Foi daí que surgiu a Arquitetura gótica. Verdadeiro trabalho de futuristas da época, o estilo gótico surge pela primeira vez em 1127, na arquitetura da Catedral de Saint-Denis, construída na região de Ile-de-France, hoje Paris.
As Catedrais serão como símbolos para caracterizar este estilo. Elas não são mais cheias de esculturas e desenhos tenebrosos, mas alta, imponente, iluminada. Que suas torres pontiagudas tentem atingir as nuvens.
Na Idade Média, Idade da Luz, o homem amava tanto a Deus que levava ao desprezo de si mesmo... foi com este espírito que a Igreja Católica criou os hospitais para cuidar dos pobres, as universidades para ensinar os ignorantes e as catedrais para honrar dignamente a Deus – dilexi decorem domus tuae – amei a beleza de tua casa. As paredes de seus templos devem deixar entrar a luz do sol em múltiplas cores que lembrem a presença divina. Devido ao cruzamento dos arcos em ogiva, a parede perdia sua função de sustentação, podendo então ser substituída por janelas: os vitrais.
A arquitetura gótica se apoiava nos princípios de um forte simbolismo teológico, fruto do mais puro pensamento escolástico: as paredes eram a base espiritual da Igreja, os pilares representavam os santos, e os arcos e os nervos eram o caminho para Deus. Além disso, nos vitrais pintados e decorados se ensinava ao povo, por meio da mágica luminosidade de suas cores, as histórias e relatos contidos nas Sagradas Escrituras. A intenção era criar no visitante a impressão de um espaço que se alçava infinitamente até o céu.
Minduim, como é conhecido, é uma pessoa muito intrigante! Ele é extremamente inteligente, porém gótico – Eca! – Talvez essa pode ser a razão dele ser tão prepotente, pois todos sabem que essa é uma tendência gótica, eles acham que são os mais cultos da face da Terra. De fato, inteligente ele é, mas deve ser uma mera coincidência.
Voltando ao assunto, em uma de nossas freqüentes discussões, falávamos sobre a arquitetura gótica. Bem, quem leu meu perfil sabe que eu faço faculdade de Artes, e neste período em Historia da Arte, está sendo trabalhado a Arquitetura das catedrais Góticas. Pois bem, como o Fernando discordou de tudo aquilo que eu lhe expliquei, resolvi fazer uma pesquisa mais vasta, para que eu possa esfregar na cara dele, de que desta vez EU estava certa.
Em primeiro lugar, gostaria de pedir para que não confundam, por favor, a arte gótica com esse movimento “underground” que se auto-entitula gótico.
Uma coisa, absolutamente, não tem relação com a outra.
Uma foi à elevação da arquitetura em seu mais alto valor, a outra é o rebaixamento do ser humano em um narcisismo satânico. – Uau Como soa pesado isso! Rs*
Bem, falemos sobre a arte gótica.
Toda arte é a expressão de uma filosofia. Pois, o homem fala aquilo que tem em abundância no coração.
Todo nosso modo de agir é um reflexo de nosso modo de pensar.
Por isso, Otto Von Simpson em seu excelente livro “A Catedral Gótica” dizia que “o nosso mundo moderno veio à luz como uma revolta contra a ordem intelectual da Idade Média”.
Nada mais evidente. Nosso mundo moderno não segue mais a teologia de Santo Tomás de Aquino, não tem mais Deus por fim e seus mandamentos como meio de alcançá-lo.
Com a queda do feudalismo, a Arte antecipa-se aos acontecimentos e cria novo estilo, que irá conviver durante certo tempo com o românico, mas atendendo às novas necessidades, que correspondem à euforia e ao misticismo do povo. Foi daí que surgiu a Arquitetura gótica. Verdadeiro trabalho de futuristas da época, o estilo gótico surge pela primeira vez em 1127, na arquitetura da Catedral de Saint-Denis, construída na região de Ile-de-France, hoje Paris.
As Catedrais serão como símbolos para caracterizar este estilo. Elas não são mais cheias de esculturas e desenhos tenebrosos, mas alta, imponente, iluminada. Que suas torres pontiagudas tentem atingir as nuvens.
Na Idade Média, Idade da Luz, o homem amava tanto a Deus que levava ao desprezo de si mesmo... foi com este espírito que a Igreja Católica criou os hospitais para cuidar dos pobres, as universidades para ensinar os ignorantes e as catedrais para honrar dignamente a Deus – dilexi decorem domus tuae – amei a beleza de tua casa. As paredes de seus templos devem deixar entrar a luz do sol em múltiplas cores que lembrem a presença divina. Devido ao cruzamento dos arcos em ogiva, a parede perdia sua função de sustentação, podendo então ser substituída por janelas: os vitrais.
A arquitetura gótica se apoiava nos princípios de um forte simbolismo teológico, fruto do mais puro pensamento escolástico: as paredes eram a base espiritual da Igreja, os pilares representavam os santos, e os arcos e os nervos eram o caminho para Deus. Além disso, nos vitrais pintados e decorados se ensinava ao povo, por meio da mágica luminosidade de suas cores, as histórias e relatos contidos nas Sagradas Escrituras. A intenção era criar no visitante a impressão de um espaço que se alçava infinitamente até o céu.


2 comentários:
Gosto de ver você escrevendo... Bjo!
Muito bom o texto. Pecou em faltar com alguns detalhes importantes. Pesquise mais e continue atenta as aulas. Vc está de parabéns.
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