Praça da Bandeira, 26 de abril de 2007.
Esta sou eu, uma árvore bela, que da lindos frutos, mas em época de outono o vento, o frio e a dor levaram suas folhas ao chão e seus frutos a desaparecerem. Agora, esta mesma árvore que no verão passado coloria as ruas, dava frutos deliciosos e alegrava a cidade, não é nada mais do que um tronco seco, daqueles que não recebem água por meses, com galhos quebrados e sem frutos, nem se quer folhas. Nem mesmo insetos a habitam mais. É apenas algo sem cor ou vida, que de tanta fragilidade cairá sozinha antes mesmo de ser podada. Esta, está caida no chão sem qualquer força para levantar, pois de tanto debater-se contra o frio e o vento de outono para não levarem sua cor e sua alegria desgastou-se por completo. Entretanto, nela ainda há motivos para viver, oq a faz não desistir de tentar levantar. E ela sabe que algum dia alguém a admirará, verá de perto sua simplicidade, se interessará por sua história e a amará como ninguém nunca amou.
Aubrey Fabbro
Oq a vida irá fazer de mim? Meu sangue errou de veia e se perdeu...
Os acontecimentos e as pessoas não param de surpreender... Hoje eu tive uma séria discussão com a minha irmã. Ambas perderam a cabeça e acabamos dizendo coisas horríveis uma para outra... Coisas que machucam, que doem. Coisas ditas da boca pra fora, que depois podem até ser esquecidas, mas que ferem dentro da alma.
O que ela disse me fez repensar na minha vida. Nas minhas perspectivas de vida. Minhas conquistas, meus sonhos...
Sai de casa e agora aqui estou as 1:47 da madrugada, escrevendo esse texto em um papel de rascunho, pra amanhã ser digitado, em uma praça com um puta medo de ser assaltada, esperando a Gaby chegar de viagem, para enfim eu poder descansar desta terrível noite.
Agora nesse exato momento de sono... Escrevendo oq está dando na telha*
Me apaixonar? não pretendo!



.jpg)



